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Galiza

Tribunal mantém em prisão preventiva português acusado de rapto e violação

10 Agosto, 2012 - 08:01

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O Tribunal de Ourense, na Galiza, recusou o pedido para libertar o camionista português de 32 anos, preso preventivamente por acusações de crimes de rapto e violação de uma rapariga espanhola de 16 anos.

O Tribunal de Ourense, na Galiza, recusou o pedido para libertar o camionista português de 32 anos, preso preventivamente por acusações de crimes de rapto e violação de uma rapariga espanhola de 16 anos.

O português, detido preventivamente desde 23 de julho, voltou a tribunal esta terça-feira, com a Defesa a pedir o levantamento daquela medida de coação, alegando não existir perigo para a investigação e reafirmando que as relações sexuais foram consentidas.

Segundo fonte ligada ao processo, a decisão de recusar este pedido, agora divulgada, foi justificada pelo Tribunal com o perigo de fuga e pelos indícios de violação da menor.

A alegada violação terá acontecido “repetidamente”, numa casa em Esmoriz, Aveiro, após uma viagem de 240 quilómetros, desde Ourense.

O rapto terá acontecido durante a madrugada de 15 de julho, em Barbadás (Ourense), tendo o português recorrido, segundo a investigação, a ameaças de arma branca para introduzir a menor na mala da viatura.

A rapariga foi encontrada a 16 de julho, em Vigo, para onde terá viajado de táxi, depois de ter sido deixada pelo português na fronteira de Valença.

As autoridades locais abriram uma investigação ao caso e comprovaram a existência de indícios de “violação repetida” da menor.

O português, que reside em Ourense, foi detido na empresa de distribuição alimentar em que trabalha como camionista, mas negou as acusações de rapto e violação.

Assumiu, no entanto, que manteve relações “consentidas” com a menor.

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