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Galiza

Presidentes das principais associações empresariais reiteram consequências das portagens para a euro

11 Maio, 2011 - 12:32

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Os presidentes das maiores associações empresariais de Pontevedra e do Minho promovem, esta quarta-feira, ao final da manhã, na Ponte Metálica que liga Valença a aTui, uma conferência de imprensa para darem conta das suas preocupações sobre os mais recentes dados relativos à perda de competitividade e de violação do princípio europeu de mobilidade causados pela introdução de portagens nas auto-estradas SCUT do Norte de Portugal.

E mais uma vez dirigentes empresariais do Norte de Portugal e Galiza unem-se contra a impplementação das portagens nas ex-Scut, e reiteram as consequências na relações comerciais e turísticas entre as duas regiões.
Os presidentes das maiores associações empresariais de Pontevedra e do Minho promovem, esta quarta-feira, ao final da manhã, na Ponte Metálica que liga Valença a aTui, uma conferência de imprensa para darem conta das suas preocupações sobre os mais recentes dados relativos à perda de competitividade e de violação do princípio europeu de mobilidade causados pela introdução de portagens nas auto-estradas SCUT do Norte de Portugal.
Os efeitos negativos da medida, que entrou em vigor em 15 de Outubro do ano passado apontam para uma clara diminuição do volume de negócios na Euro-região desde que as portagens virtuais foram introduzidas há cerca de sete meses.

Luís Ceia, da Associação Empresarial de Viana do Castelo, António Marques, da Associação Industrial do Minho, e José Manuel Alvariño, da Confederação Empresarial de Pontevedra, escolheram a ponte projectada por Gustav Eiffel numa altura em que se comemoram 125 anos da inauguração da travessia – e que durante décadas serviu de fronteira entre dois povos com relações económicas, culturais e sociais intensas – para reiterar que a introdução de portagens representou "um regresso ao passado na circulação de bens e serviços entre o Minho e a Galiza".
Refira-se a título de curiosidade que a ligação ferroviária da Linha do Minho foi fruto de uma reivindicação dos fundadores da então Associação Comercial de Viana do Castelo numa carta dirigida à Rainha D. Maria II poucos meses depois da fundação em 1856.

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