São imagens que mostram o estado atual do Forte da Ínsua, em Caminha. Conforme avançou esta quinta-feira a Rádio Vale do Minho, aquela fortificação apresenta vários pontos em risco de colapso.
Outros já ruiram, como é o caso de uma fração de um dos amuralhados.
Consequências da forte agitação marítima a que aquele monumento tem estado sujeito.
Entretanto, segundo o jornal O Minho, a presidente da Câmara de Caminha, Liliana Silva, informou o Ministério da Cultura (que tutela o Forte da Ínsua) sobre a degradação do monumento devido à agitação marítima.
Liliana Silva expressou grande preocupação, alertando que o monumento nacional pode ruir com o aumento previsto da agitação marítima nos próximos dias.
A autarca diz ter contactado o ministro Carlos Abreu Amorim e outras entidades responsáveis, além da empresa DiverLanhoso (vencedora do concurso Revive em 2019 para concessão turística, com investimento estimado em 6,5 milhões de euros para cerca de 20 quartos e áreas de apoio).
O projeto nunca avançou e, em 2020, previa-se reabertura em 2022 como unidade hoteleira de 4 estrelas, o que não aconteceu.
O imóvel, situado numa pequena ilha, na foz do rio Minho, foi construído entre 1649 e 1652. Encontra-se abandonado há várias décadas.

[crédito fotografia: DR]
Está classificado como Monumento Nacional desde 1910.
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