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Caminha/Moledo: Festas ilegais com mais de 150 jovens… barulho e vandalismo

8 Setembro, 2021 - 19:03

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A freguesia de Moledo, no concelho de Caminha, tem vindo a ser palco de festas ilegais nos últimos dias. De acordo com notícia avançada pelo jornal O Minho, algumas delas chegam a reunir mais de uma centena de jovens.

Os bares e as discotecas continuam debaixo de restrições. Para contornar o problema, a juventude reúne-se em espaços ao ar livre. Começa a festa. “São mais de 150 jovens”, disse àquele jornal o presidente da Junta de Moledo, Joaquim Guardão.

Os moradores da zona confirmam o cenário. Falam de “dezenas de carros” a circular todas as noites. No final da festa, lamentam episódios de vandalismo já ocorridos, semelhantes ao que aconteceu na madrugada do passado dia 31 de agosto em que na Rua 25 de Abril, nesta freguesia, moradores e proprietários de estabelecimentos depararam-se com um cenário de destruição que incluiu estruturas danificadas, vidros e vasos partidos e um amontoado de vasos mudados de lugar colocados à porta de uma moradia com a intenção clara de estorvar a entrada e saída dos moradores.

As festas, conta ainda O Minho, são organizadas através de aplicações de telemóvel. De acordo com o presidente da Junta, os participantes chegam de toda a zona Norte do país. Quem sofre são os moradores que, dizem, a GNR “pouco ou nada faz”.

Ainda àquele jornal, a GNR referiu que durante o mês de agosto foram registados quatro autos de notícia, no Posto Territorial de Caminha, associados a atos de violência e vandalismo, que deram origem aos respetivos processos-crime.

 

 

“Não se pode trocar o sacrifício da nossa população e dos nossos turistas por uma garrafa de vodka!”

 

O cenário já não é novo. No ano passado, às portas da segunda vaga da COVID-19, vários grupos que se encontravam em Moledo e no Miradouro de Santo Antão foram identificados. Participavam em ajuntamentos [popularmente conhecidos como Botellons] com mais de 20 pessoas que não usavam máscara.

“Tenham juízo!”, aconselhou o presidente da Câmara, Miguel Alves, aos jovens nessa altura.

“Não se pode trocar o sacrifício da nossa população e dos nossos turistas por uma garrafa de vodka! Não é justo!“, atirou o autarca socialista. “Por causa de uma borracheira temos jovens a colocar em perigo a nossa saúde e a saúde deles próprios”.

De dedo apontado aos números, Miguel Alves voltou a lembrar que “não podemos voltar a parar a nossa economia”. No entanto, caso esta juventude opte por “continuar nesta vertigem de divertimento irresponsável” o cenário poderá agravar-se.

 

 

[Fotografia: Ilustrativa / DR]

 

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