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Valença

Valença: Assaltantes de ourivesaria começaram a ser julgados. Forte efetivo policial no Tribunal

23 Janeiro, 2026 - 15:34

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Episódio ocorreu em novembro de 2024.

O Tribunal de Viana do Castelo começou esta sexta-feira a julgar o caso do violento assalto a uma ourivesaria de Valença.

 

O episódio, recorde-se, ocorreu em novembro de 2024.

 

Segundo avança o Jornal de Notícias, existe uma “forte presença de efetivo policial à porta e no interior do edifício”. O julgamento é “considerado de alto risco”.

 

No total, são nove arguidos que estão a ser julgados. Todos eles estrangeiros: um albanês, dois irmãos italianos, dois marroquinos e quatro espanhóis, entre os quais uma mulher.

 

O grupo criminoso é também suspeito de assaltos em estabelecimentos semelhantes em Monção e também em Vila Verde, no distrito de Braga ocorridos nos últimos 15 anos.

 

Em Valença, recorde-se, foram detidos cinco suspeitos quando tentaram roubar joias avaliadas em 400 mil euros.

 

Já em Espanha, foram detidos quatro alegados membros deste grupo.

 

 

Assalto a ourivesaria de Valença em novembro de 2024

[crédito fotografia: cedida à Rádio Vale do Minho]

 

 

Durante o assalto em Valença, duas pessoas ficaram feridas.

 

As joias roubadas, no valor de mais de 400 mil euros, foram recuperadas.

 

Na sequência destas detenções, e por força de mandados europeus de investigação e de captura, foram detidos quatro indivíduos espanhóis pertencentes à organização e efetuadas buscas num estabelecimento hoteleiro e em mais seis residências.

 

Estas buscas tiveram lugar nas localidades de Redondela, Pazos de Borbén, Porriño e Vilanova de Arousa (Galiza) e permitiram a apreensão de telemóveis, documentação e dinheiro no valor de 118 mil euros.

 

Após a operação, foi desmantelado um grupo criminoso, com a detenção e prisão de todos os seus membros, tendo ficado cinco deles em prisão preventiva em Portugal e os outros quatro em prisão preventiva em Espanha, depois de lhes terem sido atribuídas ligações aos roubos ocorridos em pelo menos 23 ourivesarias do norte de Portugal há mais de 15 anos.

 

A investigação foi levada a cabo no âmbito da Europol, pelo Grupo de Património da Unidade de Polícia Judiciária da Guardia Civil de Pontevedra e por agentes da GNR e da Polícia Judiciária de Braga.

 

 

 

[crédito fotografia: arquivo/cedida à Rádio Vale do Minho]