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Alto Minho

Polícia apreende 423 quilos de meixão durante megaoperação em Viana, Caminha e Galiza

24 Fevereiro, 2023 - 14:45

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Apreensão.

A Unidade Central de Investigação Criminal (UCIC) da Polícia Marítima realizou esta quinta-feira, com a colaboração dos Comandos Regionais da Polícia Marítima do Norte e do Centro, uma operação policial conjunta dirigida à captura e tráfico internacional de meixão na zona Norte de Portugal Continental e em Espanha. 

 

Desta operação resultou a apreensão de um total de 423kg de meixão, cinco viaturas, mais de 100 mil euros, bem como diversos documentos e material informático.

 

Nesta operação, que contou também com a colaboração da GNR e do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), foram executados 15 mandados de busca e apreensão que resultaram de investigações, a cargo da Unidade Central de Investigação Criminal da Polícia Marítima, a crimes relacionadas com a captura e tráfico internacional de meixão nas áreas de Caminha, Viana do Castelo e Vila Praia de Âncora, em Portugal.

 

No decorrer desta operação foram também executadas duas Decisões Europeias de Investigação (DEI), na Galiza, em Espanha, com a colaboração da Polícia Nacional de Espanha.

 

Como resultado desta operação conjunta, em Portugal, foram 11 pessoas de nacionalidade portuguesa constituídas arguidas e apreendidos, como medida cautelar, cerca de 23kg de meixão, cinco viaturas, cerca de 30 mil euros, bem como diversa documentação e material informático.

 

Em território espanhol, foram identificadas cinco pessoas, quatro de nacionalidade espanhola e uma de nacionalidade portuguesa, uma das quais acabou por ser detida, tendo sido apreendidos cerca 400kg de meixão, cerca de 77 mil euros e vários documentos e provas digitais.

 

A enguia europeia (espécie anguilla anguilla), cujo termo “meixão” designa o seu estado final da fase larvar, consta como espécie protegida na Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES), podendo a sua captura ser considerada crime de “danos contra a natureza”.

 

 

 

[Fotografia: AMN]

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