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País: Se vir algo assim à beira-mar não lhe toque – Vários avistamentos nas praias

29 Abril, 2023 - 17:24

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Ocorrências registadas na Póvoa de Varzim.

Para os menos conhecedores, chamam-se Caravelas Portuguesas (Physalia physalis). O nome caravela portuguesa deve-se à semelhança destes cnidários com as caravelas utilizadas como navios de guerra. 

 

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu um alerta de avistamentos “nos últimos dias nos Açores, mas também no continente, onde se verificam ocorrências desde a Póvoa do Varzim à Costa da Caparica”.

 

“Foram registadas observações de mais de mil organismos no referido arquipélago e mais de uma centena na área de Peniche”, refere o IPMA.

 

Esta classe de medusas tem um potente veneno que pode causar graves problemas de irritação da pele em pessoas e animais

 

Assim, na mesma nota, o IPMA deixa recomentações:

 

  • Se detetar uma caravela-portuguesa, não lhe toque e informe as pessoas que se encontram nas imediações. Localizadas nos tentáculos, as suas células urticantes são capazes de causar queimaduras severas, mesmo após a morte do animal.
  • Uma vez que esta é a espécie mais perigosa de gelatinosos que ocorre no país, nunca é demais alertar para os cuidados a ter em caso de contacto inadvertido com a mesma. Comece por lavar a zona afetada cuidadosamente com água do mar sem esfregar, remova então possíveis vestígios da pele com uma pinça e aplique compressas quentes (40º C) durante 20 minutos ou vinagre sem diluir. Por fim, dependendo da gravidade da situação, procure um profissional de saúde.
  • O projeto de ciência cidadã GelAvista realiza, desde 2016, a monitorização de gelatinosos em toda a costa portuguesa. Trata-se de um projeto do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) que desafia os cidadãos a contribuir para o desenvolvimento da ciência através da comunicação de avistamentos das espécies que ocorrem no país.
  • Só com a colaboração de todos será possível saber a área de ocorrência e estimar a abundância desta e de outras espécies, assim como conhecer melhor os seus padrões de distribuição sazonal e espacial.
  • Participe na monitorização de gelatinosos em Portugal, enviando os seus avistamentos através da aplicação GelAvista.

 

 

 

[Fotografia: Arquivo/DR]

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