PUBLICIDADE
AVANÇAR

Menu

+

0

0

Destaques
Vila Praia de Âncora

VP Âncora: Enterro de urna mal concretizado gera indignação

9 Março, 2020 - 17:38

80

0

PUB Um enterro de uma urna que terá sido mal concretizado está a gerar indignação em Vila Praia de Âncora, em Caminha. Não só entre populares, mas também na classe […]

PUB

Um enterro de uma urna que terá sido mal concretizado está a gerar indignação em Vila Praia de Âncora, em Caminha. Não só entre populares, mas também na classe política.

Os eleitos do PS na Assembleia de Freguesia de Vila Praia de Âncora demonstraram esta segunda-feira – em comunicado enviado à imprensa –  a sua preocupação sobre “notícias vindas a público que dão conta de uma situação grave ocorrida no cemitério da vila que levou a que um caixão e uma pequena urna estivessem a descoberto, durante dois dias, com todas as consequências emocionais para a família e com a criação de riscos sanitários desnecessários”.

De acordo com os socialistas, oposição naquele órgão autárquico, a denúncia foi feita por uma cidadã da freguesia.

“É preciso que haja consequências para os responsáveis por uma situação tão lamentável e esclarecimento porque é urgente saber o que é que a Junta de Freguesia está a fazer para que estes factos não se venham a repetir”, considera ainda o PS local.

 

Presidente da Junta desmente caixão à vista

 

Ouvido pela Rádio Vale do Minho, o presidente da Junta de Freguesia, Carlos Castro (PSD), confirmou a situação – ou pelo menos parte dela.

“Ocorreu recentemente um funeral. O enterro foi pelas 11h00 da manhã. O funcionário deitou umas pazadas de terra em cima e enterrou o caixão”, contou o autarca realçando que choveu nesse mesmo dia.

“No dia seguinte, os familiares da pessoa falecida regressaram ao cemitério e viram que o trabalho não estava concluído. Fui até lá e a urna não estava à vista”, desmentiu Carlos Castro. “Tinha era pouca terra. Fiquei magoado e chateado com o que vi”.

Ato contínuo, o presidente da Junta tomou medidas imediatas. “Vieram outros funcionários e o trabalho ficou concluído”, assegurou.

Já sobre o primeiro funcionário, Carlos Castro deu nota de que está a ser alvo de processo disciplinar. “No entanto sabemos que ele não se encontrava nas melhores condições emocionais na altura devido ao falecimento recente de familiar próximo. Não anda bem psicologicamente”, realçou.

A concluir, o presidente da Junta de Freguesia lamentou toda esta situação que nunca tinha acontecido naquela freguesia. “Nunca nestes anos todos tivemos qualquer reclamação. Já levantamos o processo disciplinar e veremos qual a sanção que iremos aplicar ao funcionário”, finalizou.

 

[Fotografia: Arquivo / Jornal O Caminhense]

 

PUB

 

 

 

 

Últimas