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Valença

Valença: Eram 11h05… e foram para baixo das mesas

5 Novembro, 2021 - 14:44

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Na Escola EB 2,3/S de Muralhas do Minho.

Eram precisamente 11h05 desta sexta-feira quando os alarmes soaram na Escola EB 2,3/S de Muralhas do Minho. Um alerta de sismo. Tratou-se apenas de um simulacro que, nos últimos anos, tem vindo a ser realizado em várias escolas do País mas que dá a perceber aos jovens como certos comportamentos podem fazer a diferença um dia que a terra venha mesmo a tremer.

 

Intitulado A Terra Treme, a 9ª edição deste exercício público foi uma vez mais promovida pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

 

Teve como objetivo “capacitar a população para saber como agir em caso de sismo, sensibilizando os cidadãos para o facto de viverem numa sociedade de risco, e desafiando-os a envolver-se no processo de construção de comunidades mais seguras e resilientes”.

 

O exercício integrou a realização de três gestos que podem fazer a diferença e a ação desenrola-se durante um minuto, durante o qual os participantes, a título individual ou coletivo (famílias, escolas, empresas, instituições publicas, privadas ou associativas), são convidados a executar os três gestos de autoproteção: baixar, proteger e aguardar.

 

Foi um exercício nacional promovido pela ANEPC, em colaboração com diversas entidades públicas e privadas, em particular o Ministério da Educação, através da Direção-Geral da Educação (DGE) e da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEsTE).

 

Promovida anualmente pela ANEPC, a iniciativa está inserida na Estratégia Nacional para uma Proteção Civil Preventiva e dá a conhecer as medidas e os comportamentos de autoproteção a adotar para a proteção de cada pessoa.

 

Em Valença, esta iniciativa contou também com a colaboração do Município de Valença.

 

 

[Fotografia: Município Valença]

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