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Alto Minho

Rio atmosférico vai atingir em cheio o Alto Minho – Saiba as horas mais críticas

25 Outubro, 2023 - 22:09

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Chuva forte e persistente.

As previsões são do portal meteorológico windy.com [na foto principal]. O rio atmosférico vai agravar as condições na Península Ibérica nas próximas horas vai atingir em cheio o distrito de Viana do Castelo.

 

O fenómeno, com origem no furacão Tammy, é também conhecido por rio voador ou rio aéreo

 

Estes rios são fluxos concentrados de vapor de água em médios e altos níveis da atmosfera. Embora se use a terminologia “rio” para o fenómeno, os rios atmosféricos são invisíveis e não tem margens claramente definidas, ao contrário do que é observado nos rios terrestres.

 

 

 

Onde vai chover mais?

A avaliar pelas previsões, em todo o lado. Sendo que a maior quantidade de água deverá cair no concelho de Arcos de Valdevez.

 

O período mais crítico, aponta ainda aquele portal, deverá ocorrer entre as 8h00 e as 12h00 desta quinta-feira.

 

Também o portal meteorológico Meteo Trás os Montes – Portugal emitiu já novo alerta.

 

“O modelo Arome, coloca mais de 50 litros por m2 em apenas 3 horas, amanhã de manhã [quinta-feira] em zonas do Minho, até 30 litros em zonas montanhosas de Trás os Montes e Beiras”, descreve.

 

O portal Tempo&Radar Portugal já colocou a vermelho extremo norte do território continental.

 

 

 

[Fonte: Tempo&Radar de Portugal/Via Meteo Trás os Montes – Portugal]

 

 

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) emitiu esta quarta-feira um alerta para o agravamento das condições meteorológicas nas próximas 24 horas.

 

Segundo o documento, é esperada “precipitação forte e persistente, em especial no Norte e Centro; vento muito forte com rajadas até 85 km/h nas terras altas do Norte e Centro; e agitação marítima forte, com ondas de 4 a 5 metros”.

 

 

Na mesma nota, a ANEPC recomenda: 

  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
  • Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais;
  • Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

 

 

 

[Fotografia capa: windy.com]

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