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Ponte da Barca

P. Barca: Vem aí uma “intervenção urgente” na Igreja Matriz

16 Fevereiro, 2024 - 12:02

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“Representa um compromisso essencial com a preservação do património histórico”, considera o Presidente da Câmara.

A Igreja Matriz de Ponte da Barca vai ser alvo de uma “intervenção urgente”, anunciou o Município.

 

Foi aprovada, em reunião do Executivo, a minuta do protocolo que será celebrado entre o Município de Ponte da Barca, a ESTAMO – Participações Imobiliárias, S.A., (empresa pública que detém o património do Estado) o Património Cultural, IP. e a Paróquia de S. João Baptista de Ponte da Barca, com vista a proceder a obras naquele templo.

 

“Esta intervenção é urgente e representa um compromisso essencial com a preservação do património histórico de Ponte da Barca”, considera o Presidente da Câmara, Augusto Marinho.

 

No protocolo aprovado, o Município de Ponte da Barca assumirá o papel de entidade adjudicante nos procedimentos pré-contratuais e contratuais, conforme previsto no Código dos Contratos Públicos.

 

A ESTAMO – Participações Imobiliárias, S.A. irá colaborar na gestão integrada do património imobiliário do Estado, garantindo a viabilização das intervenções necessárias na igreja.

 

Por sua vez, o Património Cultural, IP. compromete-se a assegurar o cumprimento das obrigações do Estado no que diz respeito à salvaguarda, conservação, restauro, valorização, divulgação e internacionalização do património cultural, uma vez que o edifício da Igreja Matriz pertence formalmente a esta instituição do Estado. Além disso, poderá mobilizar recursos do Fundo de Salvaguarda do Património Cultural para financiar as medidas necessárias à proteção da igreja.

 

A Paróquia de S. João Baptista de Ponte da Barca “participará ativamente no processo”, colaborando na definição das necessidades específicas da igreja e na promoção da sua fruição cultural junto da comunidade local e dos visitantes.

 

Numa primeira fase será realizada uma intervenção de emergência destinada aos trabalhos de limpeza, reparação e conservação da cobertura e fachadas, de modo a evitar as infiltrações de água.

 

Posteriormente, proceder-se-à à reabilitação e restauro geral do Imóvel, designadamente do seu interior e espaços adjacentes.

 

“Este protocolo representa um passo significativo na preservação do património cultural e reforça o compromisso das entidades envolvidas com a valorização do legado histórico e arquitetónico do país”, refere o Município.

 

 

 

[Fotografia: Município P. Barca]

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