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Monção

Monção: Cambeses “é um exemplo” em políticas de habitação, disse Ministra

4 Janeiro, 2024 - 02:49

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Marina Gonçalves visitou obras do futuro centro de alojamento urgente e temporário.

A Ministra da Habitação considera que a freguesia de Cambeses, em Monção, “é um exemplo” no que diz respeito a políticas de habitação.

 

Marina Gonçalves esteve esta quarta-feira naquela localidade para ver ao vivo a construção do futuro centro de alojamento urgente e temporário daquela freguesia.

 

Sobre a obra, a governante considerou desde logo que “é uma das peças da equação das políticas de habitação. Quando pensamos nelas, não podemos nunca descasá-las das necessidades mais imediatas que vamos tendo, que podem ser por inúmeras razões”.

 

Recorde-se que este é um projeto de reconstrução de moradia para pessoas mais carenciadas e com necessidades urgentes e temporárias de habitação.

 

Em declarações aos jornalistas, Marina Gonçalves saudou ainda o exemplo de “parceria” entre Junta de Freguesia e Município na “concretização de soluções”.

 

 

 

[Fotografia: Cortesia JF Cambeses]

 

 

 

Barbosa: São políticas que “vão de encontro às do Município”

Em declarações à Rádio Vale do Minho, o Presidente da Câmara de Monção confirmou e congratulou-se com esta “parceria”.

 

“Esta é uma matéria que nos preocupa a todos. A Estratégia Municipal de Habitação do Município consiste num projeto de 8 milhões de euros, onde vamos criar novas habitações. Vamos, naturalmente, requalificar o parque já existente”, disse António Barbosa.

 

“Isto numa altura em que, como sabemos, o preço da habitação tem disparado. Os rendimentos das pessoas não têm acompanhado o mercado da habitação. Urge, pois, existirem políticas públicas que possam promover essa igualdade numa matéria tão importante que é a habitação”, prosseguiu.

 

Em jeito de síntese, o autarca monçanense saudou a Junta de Cambeses com políticas que “vão de encontro às do Município. São importantes e o Município está a colaborar aqui com uma parte financeira. Não poderia ser de outra forma dado o tipo de matéria que estamos a falar”.

 

 

 

[Fotografia: Cortesia JF Cambeses]

 

 

 

Catarina Lourenço: “Esta estratégia é uma verdadeira transformação nacional silenciosa”

Na sua intervenção, a Presidente da Junta de Freguesia de Cambeses, Catarina Lourenço considerou desde logo que “esta estratégia de habitação não é apenas um construir de blocos habitacionais. É uma verdadeira transformação nacional silenciosa de recuperação de Património do Estado, das autarquias e das instituições”.

 

“É também uma profunda reforma social na ativação e na criação de centros de alojamento urgentes e temporários de acolhimento aos mais vulneráveis e desprotegidos que nos permitem olhar o futuro de uma forma especial, solidaria e inclusiva”, vincou.

 

 

 

[Fotografia: Rádio Vale do Minho]

 

 

 

 

Veja a galeria de fotos [créditos: Rádio Vale do Minho e cortesia JF Cambeses]

 

 

 

Investimento de 140 mil euros

O projeto, cofinanciado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da União Europeia e inserido na Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário (BNAUT) do IRHU (Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, I. P), tem como objectivo “proporcionar respostas temporárias, de emergência ou de transição, a grupos populacionais mais vulneráveis”, de acordo com a Junta daquela Freguesia.

 

Recorde-se que este foi o primeiro projeto aprovado no concelho de Monção no âmbito do programa Recuperar Portugal inserido na BNAUT, num investimento global de aproximadamente 140 mil euros comparticipados pelo PRR pelo IRHU, Junta de Freguesia de Cambeses e Municipio de Monção.

 

“Trata-se de um projeto de reconstrução de moradia para pessoas mais carenciadas e com necessidades urgentes e temporárias de habitação que, sem prejuízo de posteriores processos de autonomização, atingem diversos públicos vulneráveis, incluindo pessoas em situação de: sem-abrigo, imigrantes, agregados familiares nómadas, vítimas de violência doméstica, vítimas de tráfico de seres humanos, pessoas em processo de desinstitucionalização, famílias afetadas por eventos inesperados ou imprevisíveis (catástrofes naturais, incêndios e pandemias)”, explicou a Junta de Freguesia à Rádio Vale do Minho.

 

 

 

 

[Fotografias capa: Rádio Vale do Minho | Cortesia JF Cambeses]

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