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Galiza

Guardia Civil tem novos dados sobre homem de Viana assassinado na Galiza

20 Abril, 2026 - 17:01

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Crime ocorreu em 2018.

A Guardia Civil tem novos dados que poderão ajudar a resolver o homicídio de um homem português, em Vigo, na Galiza.

 

O português, natural de Viana do Castelo, foi dado como desaparecido no dia 13 de outubro de 2018, em Vigo. Terá sido assassinado entre 2019 e 2020 e atirado a um poço. Ainda com vida, segundo as autoridades.

 

 

Poço onde morreu o homem de 37 anos, natural de Viana do Castelo

[crédito: arquivo/Guardia Civil]

 

 

A vítima tinha cerca de 37 anos quando morreu. Embora natural de Viana do Castelo, residia em O Porriño na altura do desaparecimento.

 

De acordo com o Notícias ao Minuto, que cita a imprensa espanhola, um novo relatório da Guarda Civil avança na investigação e coloca pelo menos um dos suspeitos na cena do crime no dia do homicídio.

 

Recorde-se que o caso foi arquivado em outubro do ano passado tendo o juiz apresentado várias razões. Uma delas foi a de que nenhum telemóvel dos suspeitos tinha sido detetado na propriedade.

 

Mas a Guardia Civil descobriu mais.

 

No dia 13 de outubro de 2018, data em que a vítima foi vista pela última vez, foram registadas 35 chamadas entre a vítima e os três suspeitos, num intervalo de cerca de 5 horas.

 

Os repetidores de telemóvel confirmam que o aparelho de um dos suspeitos esteve junto ao poço onde o corpo foi encontrado (propriedade de Cerquido, em O Porriño, Vigo).

 

Pela primeira vez, os peritos forenses estabeleceram com maior precisão a data da morte: muito provavelmente 13 de outubro de 2018.

 

A vítima residia em Vigo e dedicava-se à compra e venda de carros usados.

 

O homem terá sido atraído para uma oficina clandestina na Rua Severino Cobas, onde terá sido morto e depois despejado no poço, semidespido.

 

A namorada, de nacionalidade colombiana, só denunciou o desaparecimento cerca de três semanas depois.

 

Até ao momento, não há confirmação se o crime está relacionado com as burlas e queixas que Carlos tinha na sua atividade profissional.

 

As investigações prosseguem.

 

 

 

[crédito fotografia capa: arquivo/Faro de Vigo]