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Galiza

Galiza: Presidente da Câmara de A Guarda acusado de homofobia

26 Outubro, 2021 - 12:11

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Em causa, o compromisso de cedência de novas instalações.

O presidente da Câmara (Alcalde) de A Guarda, na Galiza, Espanha, foi acusado de homofobia pela Trans Miño, uma associação galega que luta pelos direitos da comunidade LGTBIQ (Lésbicas, Gays, Transexuais, Bissexuais e Queers) na província da Galiza e também no Norte de Portugal.

 

De acordo com o jornal Infomiño, aquela associação promoveu na passada sexta-feira uma manifestação, onde transportava faixas onde pôde ler-se uma frase que, alegadamente, terá sido dita pelo edil galego: «Non dou locais a maricóns» [«Não dou instalações a maricas», em tradução livre]. 

 

As palavras davam a entender que a autarquia não pretendia cumprir um compromisso de ceder novas instalações àquela associação.

 

 

Presidente da Câmara de A Guarda, Antonio Lomba, indignado com “calúnia” por parte de associação
[Fotografia: Infomiño]

 

 

Na reação, o autaca galego mostrou-se surpreendido e até indignado. Ainda de acordo com aquele jornal, Antonio Lomba já terá entrado com uma ação judicial contra Trans Miño por suposto crime de calúnia.

 

“Nem as declarações que me foram atribuídas são verdadeiras nem é verdade que foi negado um lugar a esta associação”, esclareceu o presidente da Câmara. “Pelo contrário, estava a ser elaborado um documento de transferência para ser assinado nos próximos dias”, referiu Antonio Lomba.

 

“O que é intolerável é que, sem qualquer prova, se despeje uma calúnia contra o presidente da Câmara de A Guarda e até contra o próprio concelho. É nossa obrigação como equipa de governação defender a instituição que representamos e é isso que faremos perante quem quer desacreditar a administração que representa todos os residentes de A Guarda”, concluiu o autarca.

 

 

[Fotografia: FB Trans Miño]

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