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Mundo

Eurovisão terá ‘censurado’ letras e atuações dos participantes (Ucrânia é um deles)

12 Maio, 2022 - 00:06

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Letónia teve mesmo de omitir uma palavra por ter cariz “muito sexual”.

O que vemos pela televisão é uma coisa. Mas nos bastidores, o que acontece é ligeiramente diferente. É o que conta o jornal La Voz de Galicia numa reportagem sobre o outro lado do espetáculo da edição deste ano do Festival da Eurovisão. 

 

Entre outras polémicas, o jornal galego conta a existência de um lápis azul na organização encarregado de eliminar pormenores tidos como inconvenientes. Uma das primeiras vítimas foi a Ucrânia.

 

Os representantes daquele país revelaram mesmo que a European Broadcasting Union (EBU) “os obrigou a reduzir as cores da bandeira do país durante a atuação por forma a não politizar a música”, conta o La Voz de Galicia.

 

No entanto, isso não aconteceu com outros participantes nomeadamente a Áustria, que usou as cores nacionais durante grande parte da atuação.

 

 

Recorde a atuação da Ucrânia na primeira semifinal

 

 

Letónia tinha uma palavra de cariz “muito sexual”

Outro dos países afetados foi a Letónia, eliminada na primeira semifinal. Segundo o jornal galego, viram-se mesmo obrigados a reescrever um verso da música dado que continha por lá uma palavra de cariz “muito sexual”. 

 

 

Recorde a atuação da Letónia na primeira semifinal:

 

 

Polémica também na Macedónia, mas desta vez a censura veio do próprio país. A representante atirou uma bandeira do seu país ao chão. Isso foi considerado um gesto ofensivo na Macedónia e os responsáveis pela participação chegaram mesmo a ponderar retirá-la.

 

A decisão final foi que irá continuar, mas o país já disse que não vai participar em 2023.

 

 

 

 

Quanto a nós, serenos e calmos para a final.

Portugal, com “Saudade, Saudade” de Maro, está já na final do 66.º Festival Eurovisão da Canção, marcada para sábado em Turim, Itália.



		

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