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Vale do Minho

Cabazes PROVE com "boa adesão". 4 concelhos, 12 produtores e 40 consumidores

27 Julho, 2010 - 08:57

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Com apenas um mês de actividade, os Cabazes PROVE, iniciativa no âmbito da dinamização e implementação da metodologia PROVE – Promover e Vender no território do Vale do Minho, regista um balanço "muito positivo". Próximo passo é o sensiblizar os mais jovens para a pequena agricultura.

Com apenas um mês de actividade, os Cabazes PROVE, iniciativa no âmbito da dinamização e implementação da metodologia PROVE – Promover e Vender no território do Vale do Minho, regista um balanço "muito positivo". Impulsionado pela ADRIMINHO, este projecto tem por objectivo comercializar os produtos hortícolas e frutícolas em circuito curto, entre produtores e consumidores já identificados, "de modo a contribuir para a resolução dos problemas de escoamento dos produtos locais e assim melhorar as relações de proximidade entre quem produz e quem consome".
Os Cabazes PROVE já é uma prática de sucesso no território do Vale do Sousa e que a ADRIMINHO está agora a implementar na região do Vale do Minho. A iniciativa, que arrancou em Paredes de Coura, seguiu para o concelho de Caminha, Valença e Monção. Ana Paula Xavier, coordenadora do projecto sublinha que já se está a prestar apoio a 12 produtores, maioritariamente mulheres.

No entanto, se o lado do produtor está a ter uma "boa adesão", o lado do consumidor tem que ser trabalhado. A responsável da ADRIMINHO explica que há que "divulgar ainda mais a iniciativa e sensibilizar as pessoas para as vantagens de comparem cabazes com estes produtos".

Cada um dos quatro concelhos que aderiram aos Cabazes PROVE têm agora um dia por semana marcado para se fazer esta comercialização, em que os produtores e consumidores estão devidamente identificados.
Para já, a ADRIMINHO fica por aqui, estando a estudar a hipótese de implementar uma metodologia de comercialização semelhante nos concelhos de Melgaço e de Vila Nova de Cerveira. O próximo passo é o de sensibilizar mais consumidores para os produtos hortícolas e frutícolas em circuito curto, e quando iniciar o ano lectivo 2010/2011 apostar na divulgação desta prática junto da comunidade estudantil.

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