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Alto Minho

Barbosa quer “maior reconhecimento e financiamento” para os bombeiros

15 Maio, 2026 - 12:01

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Prevenção.

O Presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM do Alto Minho) destacou “a importância de uma estratégia integrada para o setor da proteção civil e combate a incêndios rurais”.

 

António Barbosa defende “uma maior valorização da atividade dos bombeiros e o reforço do investimento na qualificação, formação e condições de trabalho dos operacionais”.

 

O autarca falava no Auditório da Escola Superior de Ciências Empresariais, em Valença, durante a apresentação do Plano Operacional Sub-Regional do Alto Minho – DECIR 2026, no âmbito da Reunião Alargada do Centro de Coordenação Operacional Sub-Regional do Alto Minho.

 

O Presidente da CIM do Alto Minho sublinhou ainda a “necessidade de um maior reconhecimento e financiamento desta missão essencial, apelando à mobilização conjunta das autarquias e do Estado para garantir melhores condições de resposta e segurança das populações”.

 

A sessão reuniu representantes das principais entidades com responsabilidades na proteção civil, emergência e gestão florestal da região, num momento de articulação estratégica e preparação operacional para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais 2026 (DECIR).

 

Marcaram presença autarcas, Serviços Municipais de Proteção Civil, Gabinetes Técnicos Florestais, Bombeiros, forças de segurança, organizações florestais e diversas entidades parceiras.

 

O Presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura e Presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Viana do Castelo, Tiago Cunha, destacou “o trabalho desenvolvido pelas diferentes entidades envolvidas no dispositivo de proteção e socorro, sublinhando a importância de continuar a reforçar a articulação e complementaridade entre os concelhos”.

 

José Manuel Carpinteira, Presidente da Câmara de Valença, destacou igualmente “a importância da cooperação institucional e da preparação antecipada para enfrentar o risco de incêndios rurais”.

 

“A proteção das populações e do território exige preparação, coordenação e compromisso permanente entre todas as entidades. O Plano Operacional Sub-Regional do Alto Minho – DECIR 2026 reforça essa capacidade conjunta de resposta, num trabalho essencial para a segurança das comunidades e para a salvaguarda da nossa floresta”, afirmou.

 

O Plano Operacional Sub-Regional do Alto Minho enquadra-se na Diretiva Operacional Nacional n.º 2 – DECIR 2026, instrumento estratégico que define a organização, coordenação e comando operacional do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais em Portugal.

 

A iniciativa reforçou o compromisso das entidades envolvidas na salvaguarda das populações, do património e dos recursos naturais, promovendo uma resposta integrada e articulada perante o risco de incêndios rurais.

 

 

[crédito fotografia: Município Valença]