Vem aí muito frio para o Alto Minho. Desta quinta-feira em diante, os valores mínimos vão descer significativamente.
Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), vários concelhos do Alto Minho podem alcançar mínimas abaixo de 0ºC.
O IPMA já anunciou aviso amarelo para a próxima sexta-feira, dia 26 de dezebro, devido à previsão de “persistência de valores baixos da temperatura mínima, exceto junto ao litoral”.
Nesse dia, até Valença pode descer a valores negativos. A previsão do IPMA aponta para temperaturas a rondar -1ºC a -2ºC neste concelho.
O concelho mais frio deverá ser Paredes de Coura que, entre sexta-feira e sábado, vai rondar -3ºC a -4ºC de temperatura mínima.
Próximos dias vão ser muito frios em Valença

[fonte: IPMA]
Em Paredes de Coura, o frio pode ser tanto que o IPMA até admite a possibilidade de neve.

[fonte: IPMA]
Caminha, como é habitual, será o concelho menos frio. Mesmo assim, os termómetros deverão descer aqui até aos 2ºC nos próximos dias.

[fonte: IPMA]
Eis os valores mínimos que, de acordo com o IPMA, cada concelho do Alto Minho pode atingir nos próximos dias:
- Arcos de Valdevez: -1ºC
- Caminha: 2ºC
- Melgaço: 0ºC
- Monção: 0ºC
- P. Coura: -4ºC
- P. Barca: -1ºC
- P. Lima: -3ºC
- Valença: -2ºC
- Viana: 2ºC
- VN Cerveira: -3ºC
Em sintonia, o portal meteorológico Windy prevê que a madrugada do próximo sábado seja bastante fria e coloca a maior parte do Alto Minho em temperaturas negativas.
Cenário previsto para as 3h00 de sábado

[fonte: Windy]
DGS deixa recomendações para enfrentar o frio (e apela a que se evite o álcool)
A Direção-Geral da Saúde (DGS) alertou para a necessidade de serem reforçados os cuidados de proteção devido à descida das temperaturas, que pode agravar doenças crónicas.
O aviso surge após previsões do IPMA de tempo frio nos próximos dias, com registo de temperaturas negativas em alguns distritos do Norte.
Entre as recomendações estão evitar mudanças bruscas de temperatura, vestir roupa por camadas e o uso de gorro, luvas e meias quentes.
A DGS aconselha ainda o uso de calçado antiderrapante, a hidratação da pele, a ingestão regular de líquidos e alimentos quentes, e que seja evitado o consumo de álcool, alertando que apenas promove uma falsa sensação de aquecer.
A atenção deve ser redobrada para grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos, pessoas com doenças crónicas, trabalhadores ao ar livre e pessoas em situação de isolamento ou sem-abrigo.
Comentários: 0
0
0