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Alto Minho: Quase 80% das empresas acreditam que impacto do COVID-19 vai ser “ainda maior”

6 Abril, 2020 - 09:11

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PUB Um estudo realizado pela Confederação Empresarial do Alto Minho revela que 77,8% das empresas do Alto Minho acreditam que impacto do COVID-19 nas empresas será ainda maior.  Entre os passados […]

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Um estudo realizado pela Confederação Empresarial do Alto Minho revela que 77,8% das empresas do Alto Minho acreditam que impacto do COVID-19 nas empresas será ainda maior. 

Entre os passados dias 26 e 31 de março, a CEVAL deu seguimento a um inquérito sobre O Impacto do COVID-19 na atividade das empresas do Alto Minho. O universo das 20 empresas que responderam ao inquérito, representam um total de 465 trabalhadores, em setores como a Indústria, o Comércio e Serviços.

 

Impacto muito forte… consequências vão ser ainda maiores

 

Relativamente ao impacto sentido atualmente na sua atividade, 50% das empresas inquiridas diz sentir um impacto muito forte, sendo que a esmagadora maioria das empresas (77,8%) revela temer que as consequências do COVID-19 sejam ainda mais fortes no futuro.

Já no que diz respeito à redução da procura sentida na região, 44,4% das empresas dizem que sentem já atualmente um impacto muito forte, e esta realidade é agravada quando questionadas relativamente ao impacto futuro na procura da região, com 70,6% dos inquiridos a revelarem que a região vai sentir muito fortemente um impacto na procura.

 

Quase 80% reduziram atividade

 

Quando questionadas sobre a redução da sua atividade ou cancelamento de alguma ação, 77,8% das empresas inquiridas foi unânime a afirmar que tiveram a necessidade de o fazer, já 22,2% afirmou não ter tido até ao momento essa necessidade.

No que respeita aos apoios concedidos, quando questionadas sobre afetação na execução de projetos apoiados pelo Portugal 2020, pelo cancelamento ou adiamento de eventos, 61,1% diz ter sido afetada em projetos internacionais, já 38,9% sido afetada.

Já quanto aos programas de apoio nacionais, 77,8% das empresas inquiridas diz ter sido afetada nos seus projetos, ao passo que 22,2% disse não ter necessidade de o fazer.

 

Mais de metade suspenderam total ou parcialmente a atividade

 

Relativamente à suspensão da atividade, 55,6% das empresas do Alto Minho revelam que suspenderam total ou parcialmente a sua atividade, já 44,4% diz não ter feito até agora.

Quanto ao universo de trabalhadores afetados por esta crise, as 20 empresas que fazem parte deste estudo, representam globalmente 465 trabalhadores, sendo que a maior empresa que respondeu ao inquérito representa 295 e a mais pequena é unipessoal.

 

[Fotografia: Arquivo / DR]

 

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