Cerca de meia centa de de crianças já viveram uma Noite das Bruxas para mais tarde recordar. Eram 18h00 quando, na freguesia de São Pedro da Torre, em Valença, a pequenada começou a bater às portas e a tocar às campainhas.
“A freguesia colaborou muito. Havia muitas casas decoradas a rigor. Foi um êxito!”, disse fonte da Junta de Freguesia, entidade organizadora, à Rádio Vale do Minho.
Ao jeito da tradição norte-americana, os moradores abriam as portas e as crianças lá se iam divertindo a fazer um “buuu!” fantasmagórico.
Uns moradores fingiam-se assustados… outros sorriam… mas quem ficava a ganhar eram sempre os mais pequenos: dali levavam chocolates e outros doces.
Veja a galeria [fotografias: cedidas à Rádio Vale do Minho]
Mas de onde vem esta tradição de oferecer doces no Dia das Bruxas?
Na Idade Média, durante a vésperas do Dia de Todos os Santos e Dia de Finados, os mais pobres (muitas vezes crianças) batiam de porta em porta pedindo “bolinhos de almas” (soul cakes). Em troca, prometiam rezar pelas almas dos familiares falecidos de quem lhes dava o alimento.
Nas décadas de 1930 e 1940, o Halloween nos Estados Unidos ficou marcado por pequenas partidas e atos de vandalismo urbano.
Para acalmar os jovens e evitar danos, as comunidades começaram a adotar a tradição de subornar ou presentear as crianças com guloseimas (o famoso “trick or treat” ou “doce ou travessura”).









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