Chama-se Lídia Fernandes. Tem 29 anos. É hoje uma das mais brilhantes agentes da Union Conty Sheriff’s Office, em New Jersey, nos Estados Unidos da América (EUA) na unidade de combate à violência doméstica.
Conforme conta o jornal Luso-Americano, nasceu em Newark, naquele país. Mas mantém ligação a Valença através do pai, natural daquele concelho alto-minhoto.
Sempre ouviu falar da terra onde nasceu São Teotónio. Veio até cá durante a infância, e ainda hoje recorda os verões passados na casa dos avós, em Viana do Castelo.
A vocação para a polícia surgiu-lhe muito cedo.
“Sempre tive interesse pela polícia desde muito nova. Os meus pais eram muito protectores e não me deixavam praticar muitos desportos, mas eu era um pouco rebelde”, disse.

[crédito fotografia: cortesia Henrique Mano jornal Luso-Americano]
Conquistou o tão ambicionado sonho e hoje trabalha numa área delicada.
“Trabalho na unidade de violência familiar, onde executamos ordens de restrição e lidamos com situações de violência doméstica”, explica.
Domina o português e é fluente em inglês, o que tem sido uma mais-valia numa região com uma forte presença de comunidades lusófonas e hispânicas.

[crédito fotografia: cortesia Henrique Mano jornal Luso-Americano]
Mostra saudades de Portugal, mas a paixão pela carreira policial é também muito forte. Questionada sobre projetos futuros, a agente pretende progredir dentro da hierarquia policial.
Sobre o Alto Minho, permanecem as boas memórias de um território que Lídia não esquece. “Ver as montanhas, estar naquele ambiente, é muito especial”.
Mais uma agente de sangue valenciano nos EUA
Recorde-se que, em agosto de 2024, a Rádio Vale do Minho noticiou a história de Sara Silva, atualmente com 28 anos.
Nasceu em Viana do Castelo. Parte da infância e adolescência foram vividas em Valença.

[crédito fotografia: cortesia Henrique Mano jornal Luso-Americano]
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