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Paredes de Coura

P. Coura aprova 18,5 milhões para tornar-se “numa das vilas mais competitivas” do País

24 Dezembro, 2021 - 10:17

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Documento aprovado por maioria em Assembleia Municipal.

A Assembleia Municipal de Paredes de Coura aprovou, por maioria o Plano de Atividades e Orçamento para 2022. Com um valor global de 18,5 milhões de euros, o documento apresenta como grande prioridade “transformar Paredes de Coura numa das vilas mais competitivas, inovadoras e criativas de Portugal”, conforme deu conta o presidente da Câmara,  Vitor Paulo Pereira.

 

São 18.519.596 euros que “permitirão a conclusão de investimentos considerados estruturantes para o desenvolvimento económico do concelho e que, na senda do que tem acontecido em exercícios anteriores, criam o terreno propício à captação de investimento e à criação de emprego”, sublinhou o autarca socialista, destacando nas áreas do Emprego e Captação de Investimento a conclusão da ligação à A3, com a necessária comparticipação municipal, bem como do alargamento da zona industrial de Formariz.

 

Num prazo mais alargado, o executivo courense prevê a construção de um novo parque empresarial em Linhares, bem como a requalificação do parque empresarial de Castanheira, com a construção de uma variante entre esta área e a de Formariz.

 

 

Garantir habitação acessível

Neste documento estratégico estão também patentes os projetos de reabilitação e regeneração de espaços e edifícios públicos e os imprescindíveis investimentos nos domínios do Turismo, Agricultura, Floresta, Saúde, Ambiente, Educação e Ação Social, representando a consolidação da estratégia que tem orientado a ação municipal,  acompanhada da necessária atenção às áreas da Educação, Cultura e Ação Social, com uma significativa aposta no setor da habitação, acompanhando o crescimento económico e do emprego.

“Paredes de Coura é uma terra que quer atrair mais pessoas e reconhece como enriquecedora a convivência multicultural. Queremos, desejamos que Coura seja cada vez mais uma vila para todos, o que implica garantir habitação acessível a toda a população”, apontou Vitor Paulo Pereira.

 

Como todos os courenses, o autarca socialista sabe que Coura é um dos concelhos no qual os preços das casas é bastante alto porque a oferta é inexistente, pelo que “a habitação, a preços compatíveis com os rendimentos das famílias ou na forma de arrendamento, será uma das grandes apostas para os próximos anos. A habitação é fundamental para suportar o crescimento industrial, fixar e captar talento bem como para criar condições dignas de vida para todas as famílias”, enfatizou.

 

 

Atrair investimentos estratégicos

Este documento tem necessariamente em conta o contexto de pandemia em que ainda nos encontramos, bem como os seus efeitos a longo prazo pelo que “reforça a importância de uma gestão atenta aos mais vulneráveis, às famílias, aos mais idosos e ainda ao tecido empresarial local. Em Coura foram sempre as dificuldades e as nossas capacidades de superação que determinaram o nosso destino”, recorda o autarca socialista, sustentando que “o nosso destino será mais fácil e mais feliz se for feito com mais escolaridade, mais qualificações e uma boa educação”.

 

Vitor Paulo Pereira recordou ainda que Paredes de Coura “está a afirmar-se pela política de atração de investimentos estratégicos e de grande valor para as exportações”, insistindo que “prosseguir este caminho – e reforçar a centralidade de investimentos de grande valor acrescentado – é essencial para que os jovens licenciados ou do ensino profissional tenham aqui oportunidades de emprego e de vida na nossa terra”.

 

“A Elevadora ou o nosso Centro de Capacitação Empresarial desempenharão aqui um papel determinante. O futuro de Paredes de Coura será melhor e mais estimulante se apostarmos na criação de emprego ligado à inovação e à tecnologia”, sustenta o autarca, para quem Coura é hoje “uma terra sem paredes, uma terra aberta ao mundo. Uma terra bonita, uma terra culta, socialmente justa e preocupada com a verdadeira riqueza humana que nasce do emprego, da educação e da cultura”, concluiu.

 

Na votação, o documento contou com os 25 votos a favor (24 da bancada socialista e um independente) e 7 abstenções (cinco por parte da bancada da coligação PSD/CDS-PP e duas da CDU).

 

 

 

[Fotografia: Arquivo/Cecília Pereira Grupo FB Terra Amada]

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