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Monção

Monção: Tapetes floridos estão de volta – Vem aí Nª Srª da Rosa

19 Abril, 2022 - 22:11

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Tradição.

Os tapetes floridos de Nossa Senhora da Rosa estão de regresso a Monção. A garantia foi deixada esta terça-feira à Rádio Vale do Minho pela comissão responsável. Esta tradição, recorde-se, estava suspensa há dois anos devido à pandemia da COVID-19.

 

As festividades realizam-se no fim-de-semana de 7 e 8 de maio.

 

É uma das festividades mais acarinhadas pela comunidade monçanense, com um programa preparado por uma comissão de jovens com apoio da paróquia local que engloba diversas atividades religiosas e culturais.

 

No sábado à noite, a partir das 21h30, celebra-se a habitual procissão de velas pelas principais artérias da vila com a imagem de Nossa Senhora da Rosa a ser transportada por jovens. Um momento muito participado pela população local.

 

A partir das 24h00, inicia-se a ornamentação das ruas do centro histórico pelos respetivos moradores. O trabalho dura grande parte da noite, aliando-se o trabalho dos residentes ao convívio e comentários de quem passa.

 

De manhã, as ruas acordam enfeitadas com pétalas, funcho, borras de café e serrim de várias cores com criativos desenhos geométricos e diversos motivos religiosos.

 

Até início da tarde, são milhares as pessoas que visionam os tapetes floridos e que, a partir das 16h30, participam na missa solene na Igreja Matriz seguida da bênção, distribuição de rosas e procissão pelo centro histórico.

 

À semelhança dos anos anteriores, o Largo de Camões, espaço fronteiro ao edifício dos Paços do Concelho, deverá ser ornamentado por vários trabalhadores da autarquia.

 

Nesta tarefa, contam com a colaboração de elementos de uma associação de Ponteareas, localidade galega que dista sensivelmente 15 quilómetros de Monção.

 

Esta amabilidade de nuestros hermanos será retribuída na Festa do Corpus Christi com uma comitiva de trabalhadores locais a fazer trabalho semelhante numa rua do casco urbano de Ponteareas.

 

A tradição comum é uma realidade em ambas as margens do rio Minho e o povo, orgulhoso da sua cultura, teima em preservá-la e valorizá-la.

 

 

[Fotografias: Arquivo/DR]

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