Os pirilampos (Lampyris iberica) já começaram a iluminar as noites do Alto Minho. Em Paredes de Coura, e noutros concelhos, esta espécie é popularmente conhecida por luzacu ou luza-cu.
Este sábado à noite, Cecília Pereira, professora de Ciências Naturais, captou vários exemplares naquele concelho.

[crédito fotografia: Cecília Pereira]
No Brasil, por exemplo, chamam-lhe vaga-lume.
São insetos bastante particulares por emitirem luz bioluminescente. São larvas que se alimentam principalmente de vegetais e outros insetos menores.

[crédito fotografia: Cecília Pereira]

[crédito fotografia: Cecília Pereira]
Mas de onde vem a luz?
A luz dos pirilampos é emitida através dos órgãos bioluminescentes que se localizam na parte inferior dos segmentos abdominais. Esta é uma capacidade a que só as fêmeas acedem… e serve para atrair parceiros.
No entanto, o azar bate por vezes à porta. Em vez de atrair a companhia desejada, acabam por chamar a atenção de predadores com a lagartixa.
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