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V.N. Cerveira

Exposição “Impávida Essência” de Zélia Mendonça

6 Novembro, 2021
15:00
Museu Bienal de Cerveira

Com a curadoria do diretor artístico da FBAC, Cabral Pinto, a mostra é composta por 19 pinturas que abordam temáticas como o colonialismo e os indígenas.

Foi aos 58 anos de idade, mais precisamente em 2015, que Zélia Mendonça, natural do estado de Minas Gerais, decidiu mudar de vida. De empresária de sucesso, dedicou-se, em exclusivo, à prática artística que vinha pautando os seus tempos livres. O Museu Bienal de Cerveira volta a ser testemunho do seu talento e acolhe, de 25 de setembro a 6 de novembro, a exposição a individual “Impávida Essência”.

Com a curadoria do diretor artístico da FBAC, Cabral Pinto, a mostra é composta por 19 pinturas que abordam temáticas como o colonialismo e os indígenas, com enfoque nos ciclos económicos do Brasil Império e os seus desdobramentos na República Brasileira e contemporaneidade. “As minhas pinturas são a reflexão do que imagino ser os indígenas. Antes de mais nada, uma linguagem que pode parecer estereotipada, mas é, na verdade, a representação de uma artista que está em processo de descoberta e pede por justiça pela sobrevivência deles e a nossa também”, explica Zélia Mendonça.

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