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Viana do Castelo

Viana: Avistou um ninho de vespa asiática? Isto é o que deve fazer

14 Julho, 2026 - 21:40

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Espécie invasora.

O Município de Viana do Castelo tem disponível uma plataforma para que os cidadãos possam fazer o registo dos ninhos de vespa asiática avistados.

 

Os registos de ninhos devem ser efetuados através da plataforma municipal disponibilizada para o efeito.

 

A plataforma para registo de ninhos de vespa asiática (Vespa velutina) disponível em: vespa.cm-viana-castelo.pt

 

Na plataforma, o munícipe deverá indicar, além do nome e contacto telefónico, a data de observação do ninho, o acesso ao local, suporte, altura do ninho, se há vespas em voo, entre outras observações. A colaboração e sensibilização da população são fundamentais para permitir a otimização de resposta dos serviços.

 

De acordo com o ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, a história da vespa-asiática é comum a tantas outras espécies exóticas que se tornaram invasoras ao serem transportadas, voluntária ou involuntariamente, do seu ecossistema, escapando-se e desenvolvendo as suas populações, depois, de modo exponencial, no novo meio, favorável e, ainda, na ausência do controlo dos seus predadores naturais.

 

A vespa-asiática é bem distinta da vespa-europeia. É um inseto bastante escuro e um pouco maior do que a congénere autóctone. As obreiras medem entre 17 e 32 mm conforme as características do alimento disponível, enquanto a rainha chegará aos 35 mm de comprimento.

 

O corpo é aveludado e sombrio, assim como os dois pares de asas e as patas castanhas cujas extremidades são amarelo vivo, facto que a nomeia e distingue.

 

Cor que também apresenta em alguns segmentos gástricos e numa banda dorsal do quarto segmento do abdómen. A cabeça é preta com faces amarelo-alaranjado.

 

Das várias subespécies deste himenóptero da família Vespidae, a Vespa velutina nigrithorax foi assinalada oficialmente pela primeira vez em França em 2004.

 

Em setembro de 2011, na região de Viana do Castelo, a espécie invasora foi confirmada pela primeira vez em Portugal por entomólogos e apicultores.

 

 

[crédito fotografia: arquivo/DR]