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Valença

Valença: ‘Preto no branco’ – Nova residência académica pronta a avançar

15 Setembro, 2022 - 22:35

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Costa anunciou apoio de 375 milhões ao alojamento de estudantes deslocados.

“Esta é uma aposta clara no Ensino Superior em Valença! Continuamos pelo Novo Rumo!”. As palavras são do presidente da Câmara Municipal de Valença, José Manuel Carpinteira, que esta quinta-feira marcou presença na Academia das Ciências, em Lisboa, para a sessão destinada à assinatura de 119 projetos para residências de estudantes do ensino superior.

 

Entre estas, evidentemente, esteve a futura residência académica de Valença.

 

O novo edifício, conforme noticiou a Rádio Vale do Minho, vai ficar localizado na zona escolar e desportiva de Valença, onde em tempos funcionaram os estaleiros municipais.

 

O novo complexo residencial universitário com capacidade para acolher 56 alunos.

 

Esta cerimónia contou com a presença do Primeiro-Ministro António Costa e da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Elvira Fortunato, decorrendo na Academia das Ciências de Lisboa.

 

“Com a assinatura deste contrato-programa, fica formalizado o financiamento da futura residência académica de Valença, através do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR). Um investimento de cerca de 2 milhões de euros”, referiu José Manuel Carpinteira.

 

O início da construção está previsto para o final deste ano ou, mais tardar, início do próximo. 

 

O novo edifício terá três pisos. Nos dois pisos superiores ficará a parte residencial com capacidade para 56 camas e no piso térreo as áreas comuns e uma sala multiusos. Os quartos terão a seguinte tipologia: 24 quartos duplos e 8 individuais.

 

 

Costa anuncia apoio de 375 milhões ao alojamento de estudantes deslocados

Nesta sessão, António Costa referiu que vai haver um investimento de 375 milhões de euros no apoio ao alojamento de estudantes deslocados e assumiu que a meta de Portugal é ter 26 mil camas para estudantes até 2026, num discurso em que considerou a questão do alojamento como um dos maiores obstáculos no acesso ao ensino superior.

 

No seu discurso, António Costa salientou que, de 15 mil camas, Portugal vai passar para 26 mil camas até ao final de 2026.

 

 

Portugal vai ter 26 mil camas para estudantes deslocados até final de 2026

[Fotografia: José Manuel Carpinteira]

 

 

“A meta não é individualizada por instituto politécnico, por universidade ou por municípios. Ou cumprimos tudo ou não recebemos nada”, advertiu, numa alusão às regras do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

 

Segundo o primeiro-ministro, em matéria de estratégia para a melhoria das qualificações, até 2030, seis em cada 10 jovens com 20 anos deverá frequentar o ensino superior. Entre os 30 e os 34 anos, Portugal deverá ter 50% deste grupo etário com o ensino superior concluído também até ao final da década.

 

[Fotografias capa: José Manuel Carpinteira]

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