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Valença

Valença: Alta Velocidade até 2030? Governo volta a garantir que SIM

11 Março, 2023 - 00:02

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Mesmo perante o pessimismo mostrado pela Comissão Europeia.

Mesmo perante o pessimismo mostrado pela Comissão Europeia, o Governo continua a garantir comboios de alta velocidade no Alto Minho até 2030.

 

O secretário de Estado das Infraestruturas, Frederico Reis Francisco, garantiu esta sexta-feira no Parlamento que o prazo para as ligações ferroviárias de alta velocidade Braga-Valença e Porto-Lisboa “continua a ser 2030″.

 

Para o governante, citado pelo Jornal de Notícias, “os projetos mais importantes” foram lançados “atempadamente” pelo Governo “e as coisas estão a prosseguir dentro do calendário para que a maior parte das obras esteja pronta em 2028”. Apesar de ter reconhecido “problemas”,  a convicção é de que as obras fiquem “prontas em 2030”.

 

Em setembro de 2022, o então Ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, anunciou que a nova linha de alta velocidade Porto-Lisboa vai permitir fazer a viagem entre Braga e Lisboa em cerca de duas horas.

 

O plano contempla ainda a construção de duas novas estações no Minho – em Braga e Valença. A obra será feita em duas fases, sendo que a partir de 2026 será iniciada a construção da linha de alta velocidade entre Braga e Valença, mas também entre o Porto e o Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Esta primeira fase da obra deverá terminar em 2030.

 

 

Comissão Europeia pessimista

Recorde-se que, no final do mês passado, a Comissão Europeia mostrou-se pessimista quanto à ligação de alta velocidade entre Porto e Vigo estar pronta até 2030.

 

A notícia foi avançada pelo jornal Faro de Vigo.

 

Segundo aquele diário galego, citado pelo Jornal de Notícias (JN), a Comissão de Transportes descarta priorizar o projeto e disponibilizar fundos porque o considera “verde” (pouco maduro).

 

“Não é realista”, atirou a Comissária dos Transportes da Comissão Europeia, Adina-Ioana Valean.

 

Para quando então? A responsável apontou para 2040 e uma “coesão europeia, sem desigualdades entre o norte e o sul, a concretizar até 2050”.

 

Acrescentou o Faro de Vigo que estas declarações de Adina-Ioana Valean representaram “um balde de água fria a nível político, social e até empresarial”, face ao objetivo inicialmente traçado de 2030.

 

 

[Fotografia: DR]

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