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Paredes de Coura

P. Coura: Fortificado de Cossourado já é monumento nacional [FOTOS]

22 Abril, 2021 - 20:28

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PUB O Povoado Fortificado de Cossourado, ou Forte da Cividade, em Paredes de Coura, foi elevado esta quinta-feira a monumento nacional. De acordo com notícia avançada pelo jornal O Minho, […]

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O Povoado Fortificado de Cossourado, ou Forte da Cividade, em Paredes de Coura, foi elevado esta quinta-feira a monumento nacional.

De acordo com notícia avançada pelo jornal O Minho, o Governo aprovou hoje cinco decretos que classificam ou reclassificam, como bens imóveis de interesse nacional, um conjunto de edifícios, sendo-lhes atribuída a designação de “monumento nacional”, considerando, designadamente, o interesse dos bens enquanto “testemunhos notáveis de vivências ou factos históricos”.

Numa zona particularmente dominada por monumentos arqueológicos, a Cividade do Cossourado destaca-se de todos os povoados da altura da Idade do Ferro devido ao seu domínio sobre a paisagem envolvente e à sua dimensão. É dotado de uma linha defensiva constituída por três linhas de muralha construídas em material pétreo da região.

Este povoado apresenta na sua linha de muralha interior diversos tipos de planta habitacionais como circulares, retangulares e elípticas, semelhantes à maioria dos povoados da mesma tipologia e cronologia. Também se podem observar nestes dois temas, no que respeita ao material usado como fragmentos de cerâmica da Idade do Ferro, artefatos de bronze e pesos de rede, indicando as atividades económicas praticadas naquele tempo.

O Povoado Fortificado de Cossourado, ou Forte da Cividade, em Paredes de Coura, foi um dos cinco bens imóveis classificados esta quinta-feira como “monumento nacional”. Os restantes são: o Seminário Maior de Coimbra, incluindo os três edifícios, os jardins e os muros envolventes; a Igreja de S. Miguel, situada em Castelo Branco, redenominada para Sé de Castelo Branco/Igreja de S. Miguel, matriz de Castelo Branco; a Villa Romana do Rabaçal, situada em Condeixa-a-Nova; a Igreja de Santa Maria de Coz, e parte do antigo dormitório e restantes dependências do Mosteiro de Santa Maria de Coz, em Alcobaça.

Na mesma linha, e ainda de acordo com O Minho, foi aprovado o decreto que classifica, como conjunto de interesse nacional diversos bens móveis arqueológicos náuticos e subaquáticos, sendo-lhes atribuída a designação de “tesouro nacional”, entre eles as seis pirogas monóxilas provenientes de recolha arqueológica subaquática realizada no rio Lima, em Viana do Castelo. Os restantes são: os três astrolábios provenientes de recolha arqueológica subaquática realizada em São Julião da Barra; e os dez canhões provenientes de recolha arqueológica subaquática, realizada na Ponta do Altar.

 

 

Veja a galeria de fotos [créditos: Arquivo / GF Paredes de Coura – Terra Amada 2020]
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