O Orçamento de Estado para 2026 foi aprovado na votação final global do parlamento a 27 de novembro de 2025.
A aprovação foi garantida pelos votos favoráveis do PSD e do CDS-PP, a abstenção do PS e dos restantes partidos (PAN, JPP, Chega, PCP, IL, Livre e BE), que votaram contra.
Mas o que pode esperar o Alto Minho deste documento?
Segundo o Notícias de Viana, entre as iniciativas aprovadas estão a requalificação do Porto de Mar de Vila Praia de Âncora, em Caminha, e as dragagens em Castelo de Neiva, em Viana do Castelo.
Ambos os projetos, muito ansiados pela comunicade local, foram aprovados com votos contra de PSD e CDS.
No entanto, refere ainda aquele jornal, há propostas que não vão avançar. Entre elas o restabelecimento da ligação fluvial entre Caminha e A Guarda (Galiza) e a modernização do IC28 entre Ponte da Barca e Lindoso.
Foi também chumbado o estudo para a ligação ferroviária ao Porto de Mar de Viana do Castelo. Foi rejeitado com votos contra de PSD e CDS e abstenção do PS.
Também não avança a internalização do serviço de imagiologia da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), com votos contra de PSD e CDS e abstenções de PS, Iniciativa Liberal e Chega.
O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, classificou o documento como “um orçamento de confiança”, mas reforçou que “muito mais importante do que aprovar o orçamento é executá-lo”, assegurando que o Governo se concentrará na sua execução “com o máximo de energia, do primeiro ao último dia do ano”.
O documento prevê um crescimento da economia portuguesa para o próximo ano acima de 2%, a manutenção do excedente orçamental e a continuação da redução da dívida pública que, pela primeira vez em 16 anos, ficará abaixo dos 90% do PIB.
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