Pedro Brasão, com 37 anos e natural de Lisboa, perdeu esta quarta-feira 7 mil euros, no concurso Joker da RTP, por não saber de quem é o espólio que está no Museu de Cinema de Melgaço.
Aconteceu à 6ª questão. “O Museu de Cinema de Melgaço reúne o espólio…”, lia-se no ecrã televisivo.
As quatro possíveis respostas eram: Billy Wilder; Erich Von Stroheim; Jean-Loup Passek; Jean Renoir.
Caso acertasse o concorrente passaria do patamar dos 10 mil euros a lutar pelo prémio máximo: 50 mil euros. Só que errou. Respondeu Jean Renoir.
Deu um trambolhão de 7 mil euros. Passou para os 3 mil euros.
No final das 12 questões, acabou por levar para casa um prémio de 500 euros.
O concurso Joker, transmitido pela RTP, é um teste de conhecimento em que o concorrente tem de responder a um conjunto de 12 perguntas, cada uma acompanhada de quatro possíveis respostas. Apenas uma delas correta.
Para ajudar, o concorrente pode dispor de 7 Jokers.
É imperativo que o concorrente chegue à 12ª e última pergunta para poder ganhar um prémio.
Inaugurado em 2005 pela então Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, o Museu de Cinema de Melgaço encontra-se instalado em plena zona histórica da Vila, no edifício da antiga guarda-fiscal, adquirido e adaptado pelo Município para o efeito.
O Museu tem por base o espólio colecionado ao longo da vida pelo francês Jean-Loup Passek e doado ao Município.
Passek dirigiu o departamento cinematográfico do Centro Georges Pompidou, em Paris, e foi diretor do Festival de Cinema de La Rochelle.
É esta paixão de Passek pelo cinema e pela Vila de Melgaço que permite, atualmente, desfrutar desta original coleção, que demorou cerca de cinco décadas a compilar.
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