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Legislativas: Coligação considera que nova ERPI de Melgaço é ‘extremamente benéfica’

2 Setembro, 2015 - 16:36

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Carlos Abreu Amorim visitou ainda os bombeiros do concelho. Recomendou uma ‘opinião consensual’ sobre o regresso dos Sapadores do Município.

Os candidatos da coligação “Portugal à Frente” (PSD/CDS-PP) pelo distrito de Viana do Castelo estão bastante satisfeitos com a nova Estrutura Residencial de Pessoas Idosas (ERPI) do concelho de Melgaço. O espaço, recentemente inaugurado, recebeu esta quarta-feira a visita daquela comitiva que não poupou elogios a um edifício cuja primeira pedra foi lançada há quase uma década. Atravessou várias fases de avanços e outras tantas de paragem. Este ano foi finalmente concluído e Carlos Abreu Amorim, cabeça-de-lista pelo distrito, disse à rádio Vale do Minho que “é uma enorme alegria. Cheguei a visitar o lar quando estava em obras e na altura tinham-me dito que não havia possibilidade de as concluir. Duvidava-se mesmo que alguma vez viesse a funcionar. A nova administração da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço conseguiu resolver os problemas. O lar está a funcionar em excelentes condições”.
Esta ERPI resulta de um investimento de dois milhões e 100 mil euros. Contou com um apoio de 700 mil euros provenientes do já extinto PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central). Tem capacidade para acolher 31 idosos. Para além dos vários quartos, dispõe ainda de uma cantina. Carlos Abreu Amorim realçou o papel do provedor da Santa Casa neste passo e disse mesmo que “Jorge Ribeiro foi a figura que fez com que o sonho passasse à realidade. Uma realidade que é extremamente benéfica para os idosos e para a sociedade de Melgaço em geral”.

Carlos Abreu Amorim louvou trabalho dos bombeiros

Durante a manhã, a comitiva passou ainda pela Cruz Vermelha e pelos Bombeiros Municipais. “Apesar de não terem existido em Melgaço grandes incêndios florestais, a corporação interveio noutros incêndios que deflagraram noutros pontos do distrito. Colaboraram no grande incêndio de Cerveira e Caminha. Estiveram sempre na primeira linha de defesa do património do Alto Minho que é tão ameaçado nestas épocas de incêndios”, salientou Carlos Abreu Amorim aos microfones da Vale do Minho. “Na área da saúde, por exemplo, os Bombeiros de Melgaço são praticamente a única entidade que faz o transporte de doentes. Isto é fundamental numa sociedade com as caraterísticas da população de Melgaço”, sublinhou o candidato.
Já sobre um eventual regresso da equipa de Bombeiros Sapadores do Município, Carlos Abreu Amorim disse que essa questão foi também abordada com os soldados da paz. “Tenho conhecimento direto dessa situação. É bom que, em primeiro lugar, as autoridades melgaçenses tenham uma opinião consensual sobre esta matéria. Há sensibilidades distintas”, apontou Carlos Abreu Amorim.
Recorde-se que, segundo explicou recentemente à Vale do Minho o presidente da Câmara de Melgaço, “há duas equipas de sapadores no nosso Município. Uma é propriedade das Comissões de Baldios de Castro Laboreiro. A outra é a do Município e nós estamos, desde o final de Março, com essa equipa de sapadores desativada”, disse Manoel Batista. “A DGAL [Direção Geral das Autarquias Locais], que é o organismo que gere as autarquias, não autorizou ainda a abertura do concurso para podermos recrutar os elementos necessários para continuarmos com a equipa a funcionar. Esteve operacional durante cinco anos e, no final desse período, o contrato de trabalho dos nossos sapadores terminou. Queremos abrir esse concurso que está já autorizado pela Câmara e pela Assembleia Municipal mas não conseguimos porque a DGAL ainda não nos autorizou”, continuou o edil. “Lamento que o Governo ponha tantos entraves para que se resolvam de forma célere estas questões administrativas e assim podermos ter os instrumentos de trabalho necessários para intervir na nossa floresta”, concluiu o autarca socialista.
Perante este cenário, Carlos Abreu Amorim garantiu esta quarta-feira à rádio Vale do Minho que “qualquer que seja a solução encontrada em Melgaço pelas pessoas que conhecem diretamente os problemas, os representantes da coligação ‘Portugal à Frente’ tudo farão para que essa decisão seja implementada”.

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