A CGTP convocou uma greve geral para esta quarta-feira, 3 de junho, que deverá ter uma adesão bastante alargada, com vários sindicatos de diferentes setores a confirmarem a paralisação.
Segundo o Notícias ao Minuto, o objetivo principal passa por derrotar o pacote laboral do Governo, considerado pelos sindicatos um retrocesso nos direitos dos trabalhadores.
Na Função Pública é esperada forte adesão, incluindo autarquias e setor empresarial do Estado. A Frente Comum e o STAL apelam à participação por aumentos salariais e defesa dos serviços públicos.
Na Saúde, médicos (Sindicato dos Médicos do Norte), enfermeiros (SEP), técnicos de emergência (STEPH) e trabalhadores de clínicas e hospitais privados vão parar.
O setor do Ensino deverá também ser um dos mais afetados. Professores (Fenprof) e docentes/investigadores do ensino superior (SNESup) aderem à greve.
São esperadas também perturbações na circulação de comboios, com maquinistas e revisores da CP a aderirem à greve.
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, apelou a uma “luta em convergência” contra o pacote laboral. Espera-se um dia com fortes perturbações nos transportes, saúde, escolas e serviços públicos.
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