Soja, milho, amendoins ou eletrodomésticos são os produtos que mais podem sofrer o impacto segundo a Renascença, que fez uma análise aos produtos que Portugal mais importou dos EUA no último ano.
A liderar a lista portuguesa está a soja: as importações da leguminosa norte-americana em 2024, no valor de 171 milhões de euros, representaram 35% de toda a soja que chegou a Portugal, segundo números do Instituto Nacional de Estatística (INE), citados pela estação emissora.
Destaque também para o milho, cujo valor ascendeu a 70 milhões de euros, que representaram 17% de todo o milho importado.
O amendoim é outro alimento com grande peso norte-americano, já que dos 21,8 milhões de euros em amendoins importados de todo o mundo, o norte-americano representou quase quatro milhões de euros.
Entre o lote de produtos norte-americanos que conhecerá tarifas europeias estão produtos de maquilhagem, aço e alumínio.
Para já, tarifas estão suspensas.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, saudou o anúncio do Presidente norte-americano, Donald Trump, de suspender temporariamente as novas tarifas recíprocas como as aplicadas à União Europeia (UE), esperando a estabilização da economia mundial.
A ambição é, de acordo com Ursula von der Leyen, conseguir trocas comerciais “sem atritos e mutuamente benéficas”.
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