O presidente executivo da Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT), António Condé Pinto, acusou ontem a Entidade Regional de Turismo Porto e Norte de Portugal de riscar a "marca Minho" do seu mapa promocional.
O responsável falava em conferência de imprensa, após uma reunião que a APHORT manteve com a Entidade Regional de Turismo, para dar conta das preocupações dos empresários hoteleiros da região Minho.
Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, a ocupação hoteleira na região norte registou uma subida de 16 por cento nos primeiros quatro meses deste ano, mas, segundo os dados divulgados hoje pela APHORT, o setor no Minho "praticamente estagnou".
No distrito de Viana do Castelo, a ocupação hoteleira subiu apenas 0,4 pontos percentuais (passando de 30,9 por cento para 31,3), mesmo com o decréscimo do preço médio (de 61,26 para 61,03 euros).
Confrontado pela RVM, Júlio Meirinhos, vice-presidente da Entidade de Turismo do Porto e Norte, desvaloriza a acusação e diz que "não há sub-regiões".
O responsável diz, por isso, que o
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