“São as melhores contas de sempre. São históricas”, as palavras são do Presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa, sobre o documento de Prestação de Contas relativo ao ano de 2025.
Foi aprovado, por maioria, em reunião da Assembleia Municipal.
De acordo com a autarquia, são contas que “evidenciam uma gestão financeira marcada pelo equilíbrio orçamental, pela afirmação social, económica e turística do concelho e por uma aposta consolidada no investimento”.
“O documento demonstra uma execução rigorosa, com controlo da despesa corrente e reforço das receitas próprias. O grau de execução situou-se em cerca de 86%, enquanto a receita total atingiu 30,6 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre”, destaca Barbosa.
Referência, também, para o crescimento do total do ativo em 7,9 milhões de euros e do património líquido em cerca de 5,2 milhões de euros, indicadores positivos que, considera, refletem o reforço da capacidade financeira do município.
Ao nível da gestão corrente, verificou-se uma poupança de 3,6 milhões de euros, verba que ficou disponível para robustecer o investimento municipal em diversas áreas estratégicas, visíveis no território concelhio.
PPI está “em níveis históricos”
Ainda de acordo com o documento, o princípio de equilíbrio fixou-se nos 114% e o prazo médio de pagamentos aos fornecedores “registou uma redução significativa”, passando de 67 para 41 dias.
A capacidade de endividamento aumentou em mais de 1,1 milhões de euros e o peso dos empréstimos no orçamento representa 2,12%. Estes dois indicadores evidenciam o esforço de consolidação financeira levado a cabo pela autarquia.
“Esta gestão prudente e responsável permitiu alavancar o Plano Plurianual de Investimentos (PPI), o qual atingiu níveis históricos, ultrapassando os 8,8 milhões de euros, montante que representa mais do dobro da média registada nos últimos 12 anos”, explica o Presidente da Câmara.
Paralelamente, garantiu-se “a continuidade de projetos estruturantes para o concelho. Entre as áreas com maior destaque, encontram-se os investimentos na habitação, educação, viação rural, desenvolvimento económico e desporto”.
“Sublinhamos, ainda, o reforço de medidas direcionadas às famílias, ao associativismo e às empresas locais, com o objetivo de assegurar conforto e bem-estar aos monçanenses, estimular o desenvolvimento económico, valorizar a nossa identidade e promover a fixação de população”.
Em jeito de síntese, Barbosa orgulha-se de um ano de “contas históricas, que refletam uma estratégia sustentável iniciada em 2017, com muito rigor e disciplina orçamental. Com prioridade na melhoria da qualidade de vida dos monçanenses e da valorização equilibrada do território”.
Na votação, o documento foi aprovado por maioria. Abstiveram-se seis deputados eleitos pelo PS, um deputado eleito pelo Chega e um Presidente de Junta eleito pelo PS.
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