O Estádio Municipal Rafael Pedreira, em Vila Nova de Cerveira, vai ser palco no próximo dia 13 de junho, sábado, de um concerto dos Resistência.
Intitulado “Resistência em Jogo”, o espetáculo promete ser “único e irrepetível”, segundo o Município local.
“Com uma energia contagiante e um alinhamento repleto de clássicos, o grupo promete transformar o palco num verdadeiro campo de emoções, onde cada tema é celebrado em uníssono pelo público”, acrescenta.
O início está marcado para as 22h30. Os bilhetes estão à venda em ticketline.pt
O projeto dos Resistência consistiu logo de início na união de esforços entre vários músicos, provenientes de diversas bandas, e na transformação, adaptação e nova orquestração de temas trazidos por eles (e não só) para uma vertente mais acústica e virada para uma valorização da “voz” como instrumento, e na junção dessas mesmas vozes, mostrando a força da união.
Os temas interpretados ganharam vida nova e uma alma genuína.
O primeiro álbum, Palavras ao Vento, foi lançado em 1991. Tornou-se um êxito. A banda fez-se à estrada e, só em 1992, deu 30 concertos durante o Verão. Conquistaram a dupla platina e lançaram mais um álbum nesse mesmo ano – o Mano a Mano.
Em 1993, é lançado o álbum Ao Vivo no Armazém 22. Apesar da obrigação para com a editora em gravar um quarto álbum, a banda ficou inativa a partir de 1995 e os músicos retornaram aos seus respetivos projetos.
Em Setembro de 2012, o grupo voltou a juntar-se para dois concertos. Um em Lisboa e outro em Guimarães, para assinalar os vinte anos da estreia ao vivo do grupo. Dois anos depois, os Resistência surpreendem e regressam mesmo. Lançam o álbum Horizonte que marcou o retorno do grupo aos estúdios de gravação, depois de 22 anos de ausência, com 11 novas canções.
Em 2016 lançam o Ao Vivo em Lisboa, em CD e DVD, que apresenta na integra o concerto que a banda deu no Campo Pequeno, em Lisboa, a 17 de Dezembro de 2015.
Atualmente, a banda é formada por Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Tim, Fernando Júdice, Alexandre Frazão, José Salgueiro, Olavo Bilac, Pedro Joia e Mario Delgado.
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