Cultivando uma política de proximidade, o candidato socialista à Câmara de Caminha, Miguel Alves, reuniu, este domingo, com os pescadores e amigos do rio Minho para apresentar as directrizes da sua candidatura e auscultar as “muitas” dúvidas relacionadas com o sector.
A visão “pessimista” da atividade da pesca nos dias de hoje, o problema do assoreamento, as diferenças do rio entre hoje e o passado, entre outros, foram os assuntos em cima da mesa.
Miguel Alves refere que o executivo caminhense, apesar de um papel limitado, não pode desistir da atividade piscatória.
O candidato socialista à autarquia de Caminha salienta a necessidade de uma maior promoção do rio Minho nas suas mais diversas atividades, bem como por representar uma fonte de riqueza.
Aludindo ao facto de os pescadores estarem “em vias de extinção”, Miguel Alves diz que é preciso uni-los entre si e com a câmara municipal e outras entidades que trabalham o rio Minho, através de um maior diálogo que possa criar um movimento que dinamize o cartaz de visita que é aquele troço internacional.
Miguel Alves vai prosseguir com esta política de auscultação das associações de Caminha. Domingo já tem agendado mais um encontro com os pescadores do concelho que, além de trabalhar no rio Minho, também exercem a sua atividade no mar.
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