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Caminha

Caminha: Três anos depois… Artbeerfest regressa ao ‘berço’

11 Julho, 2022 - 12:58

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De 14 a 17 de julho.

Três anos depois, o Artbeerfest prepara-se para regressar ao lugar onde nasceu… e onde pertence – ao centro histórico de Caminha, mais precisamente à Praça Calouste Gulbenkian.

 

Recorde-se que, devido à COVID-19, a edição de 2020 foi suspensa e a do ano passado aconteceu no Parque 25 de abril, naquela vila, mediante fortes restrições pandémicas.

 

Este ano volta tudo ao normal. A saudade entre os apaixonados pela cerveja artesanal já aperta… e nada melhor do que o berço do evento para celebrar o regresso em pleno daquele que é considerado já uma referência nacional no que diz respeito a festivais de cerveja artesanal.

 

Entre os próximos dias 14 e 17 de julho, todos os caminhos vão dar à Praça Calouste Gulbenkian.

 

Ao todo, são 45 cervejeiras: 24 nacionais e 21 internacionais, com mais de 300 novidades em estilos e cervejas diferenciadas que vão marcar presença na próxima edição do Artbeerfest, em Caminha. O evento vai realizar-se entre os dias 14 e 17 de julho.

 

Aos cervejeiros portugueses, um sério “case study” de qualidade e evolução no universo europeu como Dois Corvos, Letra, Barona, Rima, Ophiussa, Burguesa, juntam-se cervejeiras de Espanha, França, Itália, Inglaterra, Irlanda, Dinamarca, Alemanha, Finlândia, Letónia, Suíça, Sérvia, Croácia e da longínqua Argentina – uma das estrelas e surpresas desta edição com a estreia em Portugal da Juguetes Perdidos, a melhor e mais conceituada cervejeira as pessoas da América do Sul.

 

Um festim para os palatos mais apurados e “geeks”, mas também uma grande oportunidade para maior e cada vez mais abrangente público que se interessa por seguir as últimas tendências do mundo da produção cervejeira.

 

Entre os destaques está claramente a irlandesa Wicklow Wolf, que tem como alguns dos principais acionista e proprietários os músicos Bono e The Edge da banda U2 ou Hozier, com as famosas Irish Red Ale; ou as inovadoras e “trendy” cervejas bálticas da Hopalaa da Letónia ou da Finlandesa Coolhead, estas últimas nos estilos ácidos e sour; Dos balcãs chegam propostas da Dogma, de Belgrado ou da The Garden, de Zagreb, uma região da Europa que começa a dar cartas na paisagem global da cerveja; Uma palavra também para as famosas e clássicas alemãs com um “twist” de modernidade da Fraugruber, Schneeeule e Buddelship. E, claro, uma referência obrigatória para uma cerveja “da casa”, a dinamarquesa Mikkeller, com o seu titan Mikkel Borg Bjergsø, o mais mediático cervejeiro do mundo.

 

 

[Fotografia: Arquivo/Artbeerfest]

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