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Minho

ASAE ‘varreu’ fábricas de vestuário no Minho… e este foi o resultado

1 Abril, 2026 - 23:17

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Em Guimarães, Barcelos, Felgueiras e Vizela.

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), através das Unidades – Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal e Unidade Regional do Norte, realizou uma operação de prevenção criminal e de combate ao crime económico direcionada ao fabrico e distribuição de artigos têxteis, centrada nos ilícitos criminais de contrafação.

 

Os agentes passaram por várias unidades industriais de produção de vestuário nos concelhos de Guimarães, Barcelos, Felgueiras e Vizela.

 

Foram apreendidos 191.232 artigos, designadamente vestuário e acessórios têxteis contrafeitos, bem como uma máquina industrial, que estava a ser utilizada para a produção de artigos contrafeitos.

 

“A investigação numa das unidades industriais foi realizada no âmbito de diligências de inquérito, que culminou na execução de 11 mandados de busca domiciliária, não domiciliária e de pesquisa digital que permitiram recolher prova relevante, sendo possível detetar, em flagrante delito, a produção de vestuário ostentando marcas de renome e prestígio internacional”, descreve a ASAE em nota divulgada.

 

Foram ainda instaurados seis processos-crime pelos ilícitos de contrafação, imitação ou uso ilegal de marca, bem como de venda ou ocultação de produtos, previstos e puníveis pelo Código da Propriedade Industrial, e apreendido um montante de 4.070 euros em numerário, por existirem fortes suspeitas de proveniência ilícita.

 

“A contrafação constitui um crime precedente do branqueamento de capitais e está frequentemente associado a infrações do foro tributário, laboral e ambiental, com elevado impacto nestes domínios. Neste pressuposto, a ASAE continuará a acompanhar o fenómeno da contrafação, promovendo a proteção da propriedade industrial dos titulares das marcas lesadas e garantindo a proteção dos consumidores”, assegura aquela autoridade.

 

 

 

[crédito fotografia capa: ASAE]