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Viana do Castelo

Alto Minho: Exército vai vigiar este monte todos os dias (já a partir de segunda-feira)

29 Maio, 2026 - 03:01

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Monte de Santa Luzia.

O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, e o Comandante da Escola dos Serviços, Coronel Paulo Jorge Rainha, assinaram, esta quinta-feira, o protocolo de colaboração para a vigilância da Serra de Santa Luzia ao longo dos próximos quatro meses.

 

Entre 1 de junho a 30 de setembro, os militares voltam a assegurar ações de patrulhamento e vigilância, numa ação preventiva que decorre desde 2011 e que tem como foco proteger “parte essencial da identidade” vianense.

 

Na assinatura do protocolo, o Comandante da Escola dos Serviços indicou que esta é uma missão “que exige elevada coordenação” e destacou “o sentido de honra institucional e o sentido de serviço público” que justificam esta parceria fomentada por “relações institucionais de longa data”.

 

O protocolo impõe patrulhamento diário, operações de vigilância e defesa da floresta.

 

Durante o período de vigilância, a Escola dos Serviços compromete-se a “disponibilizar diariamente uma viatura e dois militares para a realização de operações de vigilância, no período compreendido entre as 10h00 e as 19h00, ou em horário a definir e a articular em função das condições meteorológicas e do nível de perigosidade de incêndio rural, assegurando a substituição da viatura sempre que necessário, bem como a rendição dos militares sempre que tal se revele essencial ou conveniente”.

 

A Escola de Serviços compromete-se a manter permanentemente informadas as entidades responsáveis (Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Minho e/ou Companhia de Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo), comunicando- lhes, de imediato, qualquer ocorrência digna de registo.

 

Já a Câmara Municipal de Viana do Castelo compromete-se a fornecer os meios materiais necessários ao cumprimento da missão, comparticipando encargos decorrentes das atividades de vigilância, entre outras obrigações.

 

Como contrapartida pelas ações desenvolvidas pelos militares, estima-se um encargo máximo de 6.500
euros.

 

Recorde-se que esta colaboração entre as duas entidades iniciou após incêndios no Verão de 2005 e 2010 que, entre outros locais, atingiram a Serra de Santa Luzia.

 

 

[crédito fotografia: ilustrativa/DR]