Eram 11h05 da desta quinta-feira quando a campainha da Escola Básica e Secundária de Paredes de Coura tocou. Era um alerta de emergência… para um sismo.
Ato contínuo, os alunos – em todas as salas – mostraram a lição bem aprendida: agacharam-se, colocaram-se debaixo das mesas e protegeram-se.
Foi um simulacro. Mas um episódio de prevenção sempre importante, tendo em conta o risco sísmico em Portugal.
Várias entidades públicas e privadas de todo o País associaram-se ao exercício público de sensibilização para o risco sísmico denominado A Terra Treme.
O objetivo principal é “capacitar a população a saber como agir em caso de sismo”.
O exercício compreendeu a realização de “três gestos simples que podem fazer a diferença a quem os praticar perante a ocorrência de um sismo”.
A ação desenrolou-se durante um minuto, no qual os participantes, a título individual ou coletivo, foram convidados a executar os três gestos de autoproteção: Baixar, Proteger e Aguardar.
Com esta iniciativa, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil tem procurado alargar a reflexão e o debate em torno da temática do risco sísmico e a participação neste Exercício a todos os sectores da sociedade civil.
Apesar do exercício ter expressão nacional, a iniciativa tem tido uma adesão expressiva por parte da população escolar, graças também ao envolvimento da Direção-Geral da Educação (DGE) e da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEsTE).
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