PUBLICIDADE
3
AVANÇAR

Menu

+

0

0

Melgaço

Quintas de Melgaço coloca 3 Alvarinhos entre os melhores verdes de 2025 (saiba quais)

21 Fevereiro, 2026 - 15:12

287

0

Revista de Vinhos.

Três vinhos da Quintas de Melgaço estão entre os melhores de 2025 da região dos Vinhos Verdes.

 

De acordo com a Revista de Vinhos, que recentemente atribuiu um conjunto de prémios na cerimónia de 6 de fevereiro, o QM Patriam Alvarinho 2ª Edição, o QM Homenagem Alvarinho 2023 e o QM Barro Alvarinho 2023 estão entre as referências que mais se destacaram na região de origem, de acordo com o painel de prova que provou milhares de vinhos de todas as regiões e demarcações nacionais.

 

Na lista, que considera o “melhor de Portugal”, os vinhos selecionados surgem por ordem alfabética e com a respetiva pontuação – no caso das referências da Quintas de Melgaço, todas estão acima dos 90 pontos.

 

 

[crédito imagem: Quintas de Melgaço]

 

 

A começar pelo QM Patriam Alvarinho 2ª Edição que figura com 94 pontos. Resultante de um lote de quatro colheitas distintas – 2018, 2020, 2021 e 2022 –, o monocasta Alvarinho procura homenagear o património rural em que se insere, na sub-região de Monção e Melgaço. Fruto do equilíbrio entre práticas empíricas ancestrais e a ciência enológica moderna, reflete a multiplicidade do terroir.

 

No copo, exibe frescura, fruta e complexidade, com uma cor citrina intensa e aspeto límpido. No nariz, revela notas de floral fresco, combinadas com um ligeiro toque de fruto seco que lhe confere maior complexidade. Já na boca mostra-se suave, volumoso e consistente, com uma acidez elegante que prolonga o final.

 

Segue-se o QM Homenagem Alvarinho 2023, com 92. Também ele feito exclusivamente a partir da uva Alvarinho, evidencia cor citrina, aroma intenso e complexo, com notas de frutos secos, devido ao seu estágio em barricas de carvalho francês. Untuosidade e estrutura marcam o perfil, sem abdicar da frescura típica da região.

 

Já o QM Barro Alvarinho 2023, que soma 91 pontos, conta com a particularidade de as uvas Alvarinho, após a fermentação alcoólica, terem estagiado durante seis meses em ânfora de barro, em contacto com a borra fina. O volume de boca é-lhe inegável, bem como a acidez equilibrada com persistência e untuosidade. No nariz destaque para as notas tropicais.

 

Os três monocastas agora distinguidos são um cartão de visita da sociedade que, através dos mais de 500 produtores-viticultores, continua a prosperar na missão de elevar a casta branca Alvarinho, bem como a sub-região que lhe serve de morada.

 

 

[crédito fotografia capa: arquivo/ilustrativa Rádio Vale do Minho]