Portugal está inserido na área de maior risco de transmissão do vírus Chikungunya. Esta é, segundo o Notícias ao Minuto, uma das conclusões de uma investigação publicada pela revista The Royal Society.
O vírus representa atualmente uma “ameaça à saúde na Europa maior do que se pensava anteriormente, pois pode ser transmitido quando as temperaturas do ar estão tão baixas quanto 13 graus Celsius”.
Trata-se de uma doença de foro viral transmitida aos humanos através da picada dos mosquitos Aedes albopictus, também conhecido por mosquito-tigre asiático, e Aedes aegypti.
Embora raramente leve à morte, esta pode causar dor intensa e sintomas que afetam a qualidade de vida dos pacientes.
O seu mecanismo de ação ainda não é totalmente conhecido, mas acredita-se que o vírus infete sobretudo os músculos, articulações, tecidos de contêm glóbulos brancos e, em alguns casos, o sistema nervoso.
Ainda não existem tratamentos antivirais específico para este vírus. O tratamento baseia-se em analgésicos e anti-inflamatórios.
A melhor forma de prevenir a propagação do vírus Chikungunya passa por medidas de controlo dos mosquitos. As pessoas deverão proteger-se vestindo roupas mais compridas, aplicando repelentes e usando inseticidas.
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