Céu nublado em vários pontos do Alto Minho está a travar a espetacularidade da Lua Cheia do Lobo, que já brilha nos céus.
É a primeira super-Lua do ano.
No entanto, nem as nuvens foram capazes de travar a arte de Nathalie Esteves, uma entusiasta monçanense da fotografia.
A partir da freguesia de Merufe, fez um registo notável onde é possível ver-se a intensidade do luar por entre as nuvens.
A Lua Cheia do Lobo ganhou este nome dado que, segundo a NiT, foi batizada pelos povos nativos americanos e pelos antigos calendários europeus, que tinham como hábito nomear cada lua cheia do ano de acordo com fenómenos naturais ou atividades humanas típicas de cada mês.
Em janeiro, é habitual ouvir os lobos a uivar durante a noite, possivelmente devido à escassez de alimento e à necessidade de comunicação em alcateias.
Por esta razão, a primeira lua cheia do ano foi batizada em homenagem aos animais.
A super-Lua, segundo a NASA, ocorre quando a Lua cheia coincide com a maior aproximação à Terra na sua órbita elíptica, um ponto conhecido como perigeu: “A cada 27 dias de órbita em torno da Terra, a Lua atinge tanto o seu perigeu, a cerca de 363.300 quilómetros da Terra, como o seu ponto mais distante, a cerca de 405.500”, explica a entidade.
A próxima super-Lua só vai acontecer no final do ano, mais precisamente a 24 de novembro. A Lua do Castor é conhecida como a maior e a mais brilhante do ano.
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